terça-feira, 28 de maio de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
ATIVIDADES DE REVISÃO E CONSOLIDAÇÃO DE CONTEÚDOS 9o ANO
Exercícios sobre Período Composto por Coordenação - Orações Coordenadas
Observe que na tira acima temos alguns períodos por coordenação:
a) Transcreva da tirinha as formas verbais presentes.
b) Qual é a oração coordenada explicativa presente no 2º quadrinho?
c) Qual o valor semântico da conjunção em destaque na oração “ou pra mostrar ação”?
d) Retire do 3º quadrinho uma oração coordenada aditiva e sublinhe a conjunção.
2. Releia agora o 3º quadrinho.
a) Identifique a conjunção presente na frase dita pelo personagem.
b) Informe o valor semântico da conjunção no contexto em que foi empregada.
3. Observe a relação semântica existente entre as orações de cada item seguinte e una-as numa única frase. Utilize as conjunções coordenativas e, nem, mas, porém, porque, pois, logo.
a) É um bom funcionário. É um pouco distraído.
b) Pense bem. Aja moderadamente.
c) Aquele aluno não estudou de forma correta. Foi reprovado.
d) Liguei várias vezes para você. Não atendeu.
e) Não pude ir à escola hoje. Jamais me encontraria lá.
4. Faça a associação das conjunções coordenativas destacadas nas frases seguintes a um destes valores semânticos:
# ADIÇÃO
# CONCLUSÃO
# ALTERNÂNCIA
# OPOSIÇÃO
# EXPLICAÇÃO
a) Os meninos não entenderam o assunto; entretanto disseram que sim.
b) A menina está se preparando para o concurso do BB há dias; logo, deverá ser aprovada.
c) Procure após o intervalo, pois estarei em casa.
d) Quer queira, quer não queira, os filhos acompanham os pais nas viagens.
e) Iremos embora que já anoiteceu.
Fonte: http://aprendaportugueson.blogspot.com.br/
Exercícios sobre Figuras de Construção
Identifique as figuras abaixo utilizando os seguintes códigos:
1. Elipse
2. zeugma
3. pleonasmo
4. assíndeto
5. polissíndeto
6. anáfora
a) ( ) "E zumbia, e voava, e voava, e zumbia." ( Machado de Assis)
b) ( )"Homens que metem a carga nos porões!
Homens que enrolam cabos no convés!
Homens que limpam os metais das escotilhas!
Homens dos mastros!!" (Álvaro de Campos)
c) ( ) "A multidão sacerdotal bradava, uivava, cantava, arrojava-se pelo chão." (Eça de Queirós)
d) ( ) "Ele sempre viveu uma vida simples."
e) ( ) " Um trouxe cigarros, outro apenas seu pulmão."
f) ( ) " Sou a presa do homem que fui há vinte anos passados,
dos amores raros que tive." ( Murilo Mendes)
Fonte: http://helenaconectada.blogspot.com.br/2012/09/figuras-de-construcao-ou-de-sintaxe.html
Exercícios sobre análise do período simples
http://pt.scribd.com/doc/137106733/exerc-Analise-Sintatica-do-Periodo-Simples
sábado, 23 de junho de 2012
Conteúdo e atividades de estudo 9o ano São Sebastião I
Período composto por subordinação
No período composto por subordinação sempre aparecem dois tipos de oração: oração principal e oração subordinada.
O período:
Todos esperam sua volta
É um período simples, pois apresenta uma única oração. Nele podemos identificar:
Todos (suj.) esperam (v.t.dir.) sua volta.(obj. direto)
Se transformarmos o período simples acima em um período composto, teremos:
Todos esperam que você volte.
1ª oração: Todos esperam
2ª oração: que você volte
Nesse período, a 1ª oração apresenta o sujeito todos e o verbo transitivo direto esperam, mas não apresenta o objeto direto de esperam. Por isso, a 2ª oração é que tem de funcionar como objeto direto do verbo da 1ª oração.
Verificamos, então, que:
I. a 1ª oração não exerce, no período acima, nenhuma função sintática. Por esse motivo ela é chamada de oração principal.
II. a 2ª oração depende da 1ª, serve de termo (objeto direto) da 1ª e completa-lhe o sentido. Por esse motivo, a 2ª oração é chamada de oração subordinada.
Resumindo:
Oração principal: é um tipo de oração que no período não exerce nenhuma função sintática e tem associada a si uma oração subordinada.
Oração subordinada: é toda oração que se associa a uma oração principal e exerce uma função sintática (sujeito, objeto, adjunto adverbial etc.) em relação à oração principal.
As orações subordinadas classificam-se, de acordo com seu valor ou função, em:
Orações subordinadas substantivas
Inicialmente, diga-se que são aquelas orações subordinadas que exercem as seguintes funções: sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto, exemplos:
Insinuou nada conhecer.
Pediu que se fizesse silêncio
As orações subordinadas substantivas podem ser de seis espécies:
1ª. Subjetivas: são aquelas que exercem a função de sujeito em relação a outra oração. Exemplos:
Importa estudar continuamente
Sabe-se que a situação econômico-financeira ainda vai ficar pior.
Convém que não saias da classe.
Facilita encontrar o sujeito de uma oração interrogar o verbo da oração:
Importa o que?; o que se sabe?; o que convém?
2ª. Objetivas diretas: são aquelas que exercem a função de objeto direto de outra oração.
Informamos que os alunos sairão pela porta dos fundos.
Amaral não sabia como realizar o sorteio.
Responda se conhece o novo time do Flamengo.
Olha como tudo terminou bem!
Penso que eles viajarão amanhã cedo.
Temo que Marcos saia ferido.
Pedi que saíssem da sala.
Vi-o correr.
Observa-se que o objeto direto é identificado da seguinte maneira: quem confia, confia em alguma coisa; quem sabe, sabe de alguma coisa; quem espera, espera alguma coisa; e assim por diante.
As locuções tenho medo, estou com esperança e sou de opiniãoou ele é de opinião têm força transitiva direta, isto é, são equivalentes a verbos transitivos diretos: temer, esperar, opinar. Se estas expressões vierem acompanhadas de preposição de antes da conjunçãoque, as orações já não serão objetivas diretas, mas completivas nominais:
Tenho medo de que ele não resista ao interrogatório.
Estou com esperança de que ele saia vitorioso.
Estou com receio de que não ocorra o jogo.
3ª. Objetivas indiretas: são aquelas que exercem a função de objeto indireto de outra oração, isto é, ligam-se à oração principal mediante preposição. Exemplos:
Preciso de rever todas as provas.
Cláudia não gostou das provocações e insinuações.
O acidente obstou a que chegássemos mais cedo.
O jovem obedeceu a todos que lhe são superiores.
A identificação do objeto indireto é realizada mediante o seguinte procedimento: quem precisa, precisa de alguma coisa; quem gosta, gosta de alguma gosta; quem obedece, obedece a alguma coisa; e assim por diante.
4ª. Completivas nominais: são aquelas que completam o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio. Exemplos:
Ivo tinha esquecido de que sua proposta não agradara.
Alencar estava esperançoso de que tudo se resolveria.
A opinião de que Luís desistirá do estudo é conclusão precipitada.
Assim como alguns verbos exigem objeto que lhes complete o sentido, há algumas palavras que necessitam de outras que lhes completem o sentido. Assim, pode-se à semelhança dos verbos, perguntar: acordo de que?; esperançoso de quê?; opinião de quê? (ou sobre o quê?); medo de quê? A reposta a estas perguntas constitui o complemento nominal.
5ª. Predicativas: são aquelas que funcionam como predicativo do sujeito. Exemplos:
O bom é que você não desconfia nunca.
O mal é você ficar de braços cruzados.
O certo é que Sérgio não se casará.
A falácia é que para ficar rico é preciso ficar pobre.
Não se deve confundir oração predicativa com oração subjetiva. Exemplos:
É certo que o Vasco não ganhará do Flamengo = subjetiva.
A oração grifada funciona como sujeito
O certo é que o Vasco não ganhará do Flamengo = predicativa
A oração grifada funciona como predicativo do sujeito.
6ª. Apositivas: são aquelas que funcionam como aposto. Exemplos:
Sua instrução foi única: estudar sempre
Pedi-lhe um favor: que me chamasse às sete horas.
O aposto é uma foram de adjunto adnominal, que é constituído de uma palavra ou expressão em aposição, exemplificando um ou vários termos expressos na oração. Note-se nos exemplos que estudar sempre explica a frase inicial, determina qual foi sua instrução; qual foi o favor pedido.
Orações subordinadas adjetivas
A oração que modifica um substantivo de outra oração é denominada oração subordinada adjetiva. Em geral, tais orações são introduzidas por pronome relativo. Exemplo:
O garoto que era risonho tornou-se um garoto sisudo.
Segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, as orações subordinadas adjetivas exercem a função sintática de adjunto adnominal de um termo da oração principal.
As orações subordinadas adjetivas são de duas espécies: explicativas e restritivas.
As explicativas são aquelas que indicam qualidade inerente ao substantivo a que se referem. Justapõem-se a um substantivo já plenamente definido pelo contexto. Além disso, as orações adjetivas explicativas podem ser eliminadas sem prejuízo do sentido. Têm função meramente estilística. Exemplos:
O inverno suíço de 1987, que foi muito rigoroso, matou 100 pessoas.
O homem, que é um ser racional, tem perdido suas características mais preciosas.
O lírio, que é branco, já não é símbolo de candura.
As orações adjetivas explicativas são menos comuns que as restritivas.
As orações adjetivas restritivas delimitam o sentido do substantivo antecedente. São indispensáveis ao sentido total da oração. Exemplos:
Todo aluno que é estudioso é digno de aprovação.
Todo político que é honesto é capaz de causar revoluções administrativas.
Não acredito no médico do qual me falaste há pouco.
O professor cujas orientações não são diretivas tem conseguido resultados assustadores nos últimos tempos.
Orações subordinadas adverbiais
Um terceiro tipo de orações subordinadas são as adverbiais, isto é, aquelas que equivalem a advérbios em relação a outra oração.
Os adjuntos adverbiais são termos acessórios das orações; são determinantes. Os determinantes adverbiais acrescentam "ao predicado o esclarecimento de lugar, tempo, modo etc."
Almoçarei ao meio-dia.
Chegaram aqui as embarcações.
Ontem choveu.
Aquele homem caminha com dificuldade.
Tu te exprimes muito bem.
São, portanto, os adjuntos adverbiais expressões que acrescentam circunstâncias aos fatos expressos.
Recorde-se também que as orações reduzidas às vezes indicam circunstâncias que caracterizam e restringem o sentido do verbo:
Não te emprestarei dinheiro para gastares com bijuterias. (adverbial final reduzida de infinitivo)
Chegando ao teatro, comprei os ingressos. (subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio)
Terminado o jogo, voltei pra casa. (subordinada adverbial temporal reduzida de particípio)
As orações subordinadas adverbiais são dos seguintes tipos: causais, comparativas, consecutivas, concessivas, condicionais, conformativas, finais, proporcionais e temporais.
1ª. Causais: são aquelas que modificam a oração principal apresentando uma circunstância de causa, isto é, respondem à pergunta "por quê?" feita à oração principal. Exemplos:
Carlos saiu porque precisava.
Amadeu não saiu porque estava frio.
Nilo Lusa deixou o magistério porquanto sua saúde era precária.
São conjunções causais: porque, que, porquanto, visto que, por isso que, como, visto como, uma vez que, já que, pois que.
2ª. Comparativas: são aquelas que correspondem ao segundo termo de uma comparação. Exemplos:
Marisa é tão boa digitadora quanto Teresa
"A preguiça gasta a vida como a ferrugem consome o ferro"
São conjunções comparativas: como, mais do que, assim como, bem como, que nem (como), tanto quanto.
3ª. Consecutivas: são aquelas que são introduzidas por um termo intensivo que vem em seguida à oração principal, acrescentando-lhe ideias e explicações, ou completando-a, ou tirando uma conclusão. Exemplos:
O Plano de Estabilização Econômica foi tão cercado de flores de todos os lados que não percebemos suas consequências menos interessantes.
Onde estás, Eliana, que não te vejo!
Otávio bebia tanto que morreu afogado no seu próprio vômito.
Faça seu trabalho de tal modo que não venha a lastimar-se do resultado que dele possa advir.
São conjunções consecutivas: (tanto) que, (tão) que, (de tal forma) que.
4ª. Concessivas: são aquelas que se caracterizam pela ideia de concessão que transmitem à oração principal. Exemplos:
Ainda que faça frio, o jogo realizará.
Cristiano foi ao parque, embora estivesse chovendo.
Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
São conjunções concessivas: embora, posto que, se bem que, ainda que, sempre que, desde que, conquanto, mesmo que, por pouco que, por muito que.
5ª. Condicionais: são aquelas que se caracterizam por transmitir ideias de condição à oração principal. Exemplos:
Se o filme for ruim, sairei do cinema.
Caso tivesse realizado as obras necessárias, não teria perdido a eleição.
São conjunções condicionais: se, salvo se, senão, caso, desde que, exceto se, contanto que, a menos que, sem que, uma vez que, sempre que.
6ª. Conformativas: são aquelas que indicam o modo como ocorreu a ação expressa na oração principal. Exemplos:
Conforme as últimas notícias, o mundo corre risco de uma guerra generalizada.
Realizei seus desejos como você me havia sugerido.
Escrevi carta burocrática, segundo o estilo oficial estabelece.
São conjunções conformativas: de modo que, assim como, bem como, de maneira que, de sorte que, de forma que, do mesmo modo que, segundo conforme.
7ª. Finais: são aquelas que indicam o fim ou finalidade à oração principal. Exemplos:
É preciso que haja políticos de concepções liberais extremadas para que os conservadores não reduzam os homens a títeres.
Acenei-lhe para que silenciasse
Antônio Carlos falou baixinho a fim de que não fosse percebida sua revolta.
São conjunções subordinativas finais: para que, a fim de que.
8ª. Proporcionais: são aquelas que transmitem ideia de proporcionalidade à ideia principal. Exemplos:
À proporção que o tempo passa, a agonia recrudesce.
O barulho de algazarra aumenta à medida que se aproxima das crianças.
São conjunções subordinativas proporcionais: à medida que, à proporção que, ao passo que.
9ª. Temporais: são aquelas que indicam relação de tempo naquilo que se refere à ação expressa pela oração principal. Exemplos:
Enquanto leio poesia, recupero o equilíbrio emocional.
Cada vez que eu penso, te sinto, te vejo...
São conjunções subordinadas temporais: quando, enquanto, agora que, logo que, desde que, assim que, tanto que, apenas, antes que, até que, sempre que, depois que, cada vez que.
Orações reduzidas
São denominadas orações reduzidas aquelas que apresentam o verbo numa das formas nominais, ou seja, infinitivo, gerúndio e particípio.
As orações reduzidas de formas nominais podem, em geral, ser desenvolvidas em orações subordinadas. Essas orações são classificadas como as desenvolvidas correspondentes.
As orações reduzidas não são introduzidas por conectivo.
No caso de se fazer uso de locução verbal, o auxiliar indica se se trata de oração reduzida ou não. Na frase:
Tendo de ausentar-se, declarou vacante seu cargo.
Temos aqui uma oração reduzida de gerúndio. Portanto, é condição para que a oração seja reduzida que o auxiliar se encontre representado por uma forma nominal.
Exemplos de orações reduzidas de infinitivo:
Substantivas subjetivas: são aquelas que exercem a função de sujeito do verbo de outra oração. Exemplos:
Não convém agires assim
É certo ter ocorrido uma disputa de desinteressados.
Urge partires imediatamente.
Substantivas objetivas diretas: são aquelas que exercem a função de objeto direto. Exemplos:
Ordenou saírem todos logo.
Respondeu estarem fechadas as matrículas.
As crianças fazem rir seus rivais.
O professor assegurou serem os exames para avaliar e não para derrotar os alunos.
Peça-lhes fazer silêncio.
Substantivas objetivas indiretas: são aquelas que funcionam como objeto indireto da oração principal. Exemplo:
Aconselho-te a sair imediatamente.
Substantivas predicativas: são aquelas que funcionam como adjetivo da oração principal. Exemplos:
O importante é não se deixar corromper pela desonestidade.
Seu desejo era adquirir um automóvel.
Substantivas completivas nominais: são aquelas que funcionam como complemento de um nome da oração principal. Exemplos:
Maíra estava disposta a sair da casa.
Tinha o desejo de espalhar os fatos verdadeiros.
Substantivas apositivas: são aquelas que funcionam como aposto da oração principal. Exemplos:
Fez uma proposta a sua companheira: viajarem pelo interior, no fim do ano.
Recomedou-lhe dois procedimentos: ler e refletir exaustivamente a obra de Manuel Bandeira.
Adverbiais: são aquelas que funcionam como adjunto adverbial da oração principal. Exemplos:
Chegou para poder colaborar. (final)
Alegraram-se ao receberem os campeões. (temporal)
Não obstante ser ainda jovem, conquistou posições invejáveis. (concessivas)
Não poderá voltar ao trabalho sem me avisar com antecedência. (condicional)
Não compareceu por se encontrar doente. (causal)
É alegre de fazer inveja. (consecutiva)
Adjetivas: são aquelas que funcionam como adjetivo da oração principal. Exemplos:
O aluno não era de deixar de ler suas redações.
Exemplos de orações reduzidas de gerúndio:
Subordinadas adjetivas: Parei um instante e vi o professor admoestando o garoto.
Adverbiais:
Retornando de férias, volte ao trabalho. (temporal)
João Batista, ainda trajando à moda antiga, apresentava-lhe galhardamente. (concessiva)
Querendo, você conseguirá obter resultados positivos nos exames. (condicional)
Desconfiando de suas palavras, dispensei-o. (causal)
Xavier, ilustre comerciante, enriqueceu-se vendendo carros. (modal ou conformativa)
Exemplos de orações reduzidas de particípio:
Subordinada adjetiva:
As notícias apresentadas pelo Canal X são superficiais.
Adverbiais:
Terminada a aula, os alunos retiraram-se da classe. (temporal)
Reconhecido seu direito, teriam tido outro comportamento. (condicional)
Acossado pela política, não se entregou. (concessiva)
Quebradas as pernas, não pôde correr. (causal)
E.E.E.F. São Sebastião I
Atividades de Revisão – 9o Ano
1. Nos versos: “As casas
espiam os homens/que correm atrás de mulheres”, as orações se classificam
respectivamente como:
a. Oração Principal/Subordinada Adverbial Final;
b. Oração Coordenada Assindética/Oração Subordinada
Adjetiva Explicativa;
c. Oração Principal/Oração Subordinada Adjetiva
Restritiva;
d. Oração Principal/Oração Subordinada Substantiva
Objetiva Direta;
e. Oração Principal/Oração Subordinada Adjetiva
Explicativa.
2.
No
trecho: “Para
isso, temos que compartilhar com
nossos companheiros de uma verdadeira intimidade.” A oração em destaque
é:
a.
Subordinada
Adjetiva Restritiva.
b.
Subordinada
Substantiva Predicativa
c.
Subordinada
Substantiva Completiva Nominal
d.
Subordinada
Substantiva Objetiva Direta
e.
Subordinada
Adjetiva Explicativa
3. (UFV-MG) "Um dia, como lhe
dissesse que iam dar o passarinho, caso
continuasse a comportar-se mal, correu
para a área e abriu a porta da gaiola." (Paulo Mendes Campos) As orações
destacadas são, respectivamente, subordinadas adverbiais:
a.
causal e
condicional;
b.
comparativa
e causal;
c.
condicional
e concessiva;
d. conformativa e consecutiva;
e.
comparativa
e conformativa;
4.
FEI-SP)
"Estou seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida." A oração em destaque é
substantiva:
a) objetiva indireta
a) objetiva indireta
b)
completiva nominal
c) objetiva
direta
d) subjetiva
e) apositiva
5. Identifique as orações subordinadas
substantivas e coloque:( a ) objetiva direta
( b ) objetiva
indireta
( c ) predicativa
( d ) completiva
nominal
( e ) subjetiva
( f ) apositiva
1.
(
)
Eu tenho a impressão de que o samba vem aí.
2.
( )
"Até pensei em cantar na televisão."
3.
( )
Ela ignora quanto me custa seu abandono.
4.
( )
Esqueci-me de onde ela veio.
5.
( )
Exigiu que entrássemos na roda.
6.
(
)
O psiquiatra diz que uma criança de dez anos sabe mais do que Galileu Galilei.
7.
( )
O senhor acredita que a criança percebe o mundo a sua volta?
6. Nos períodos: É bom que você venha; e Não esqueça que
sua presença é importante; as orações grifadas são, respectivamente:
a) predicativa e objetiva
direta
b) subjetiva e objetiva direta
c) predicativa e objetiva
indireta
d) subjetiva e subjetiva
e) completiva nominal e
predicativa
7. Não compreendíamos a razão por que o ladrão não
montava a cavalo. A oração destacada é
a) subordinada adjetiva restritiva
b) subordinada adjetiva
explicativa
c) subordinada adverbial causal
d) subordinada adverbial final
e) subordinada substantiva
completiva nominal
8. Escreva E para
as orações adjetivas Explicativas e R para as Restritivas:
1.
( ) A mãe, que era surda, estava na sala com ela.
2.
( ) Ela reparou nas roupas curiosas que as crianças usavam.
3.
( ) Ele próprio desculpou a irritação com que lhe falei.
4.
(
) É preciso gozarmos a vida, que é breve.
5.
(
) Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar.
6.
(
) Esse professor de quem falo era um homem magro e triste.
7.
( ) O instinto moral é a razão em botão, a qual se desenvolve com o
tempo, experiência e reflexão.
8.
( ) O velho pajé, para quem são estas dádivas, as recebe com desdém.
9.
( ) Onde está a vela do saveiro que o mar engoliu?
10. ( ) Por que estará de implicância comigo, que
nunca lhe pisei nos calos?
18. Relacione:
(1)
Tempo (4) condição
(2)
Causa (5) finalidade
(3)
Conseqüência (6) proporção
( )
Vim aqui hoje para cumprimentá-lo pelo seu aniversário.
( ) Dei-lhe um sinal para que recolhesse as roupas
estendidas.
( ) Se lêssemos os jornais todos os dias
seríamos bem informados.
( ) A vegetação rareava á medida que o trem avançava.
( ) Quando eu nasci, meu irmão tinha três
anos.
( ) Visto que o bairro era longe, tomou o ônibus.
( ) Quando o professor viu a limpeza da sala ficou
surpreso.
( ) O povoado cresceu tanto que não o reconhecemos.
( ) Não pude participar do campeonato que fiquei
gripado.
( ) Se vocês fizerem barulho, não sairão para o
recreio.
sábado, 21 de abril de 2012
Preposição
Preposição é uma palavra invariável que liga dois elementos da oração, subordinando o segundo ao primeiro, ou seja, o regente e o regido. Isso significa que a preposição é o termo que liga substantivo a substantivo, verbo a substantivo, substantivo a verbo, adjetivo a substantivo, advérbio a substantivo, etc. Junto com as posposições e as raríssimas circumposições, as preposições formam o grupo das adposições.
Exemplo: "Os alunos do colégio assistiram ao filme de Walter Salles comovidos", teremos como elementos da oração os alunos, o colégio, o verbo assistir, o filme, Walter Salles e a qualidade dos alunos comovidos. O restante é preposição. Observe: "do" liga "alunos" a "colégio", "ao" liga "assistiram" a "filme", "de" liga "filme" a "Walter Salles". Portanto são preposições. O termo que antecede a preposição é denominado regente e o termo que a sucede, regido. Portanto, em "Os alunos do colégio...", teremos: os alunos = elemento regente; o colégio = elemento regido.
Essenciais
Aquelas que só funcionam como preposição, são elas: à (ou "ao" antes de palavra masculina) - a - ante - até - após - com - contra - de - desde - em - entre - para - per - perante - por - sem - sob - sobre - trás.
Acidentais
Aquelas que passaram a ser preposições, mas são provenientes de outras classes gramaticais, como:
afora,
menos,
salvo,
conforme,
exceto,
como,
que...
Exemplos:
Agimos conforme a atitude deles.
Conversamos muito durante a viagem.
Obtiveram como resposta um bilhete.
Ele terá que fazer o trabalho.
Conversamos pouco durante a viagem .
Contração
Junção de algumas preposições com outras palavras, quando a preposição sofre redução.
Ex. do (de + o); neste (em + este); à (a + a); duma (de + uma)
Observação: Não se deve contrair a preposição "de" com o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o pronome "ele(s)", "ela(s)", quando estes funcionarem como sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase "Isso não depende do professor querer" está errada, pois professor funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase deve ser "Isso não depende de o professor querer" ou "Isso não depende de ele querer".
Junção de algumas preposições com outras palavras, quando a preposição sofre redução.
Ex. do (de + o); neste (em + este); à (a + a); duma (de + uma)
Observação: Não se deve contrair a preposição "de" com o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o pronome "ele(s)", "ela(s)", quando estes funcionarem como sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase "Isso não depende do professor querer" está errada, pois professor funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase deve ser "Isso não depende de o professor querer" ou "Isso não depende de ele querer".
O valor semântico das preposições
Ao falar em Semântica, torna-se necessário entender o seu real significado. Ela relaciona o significado estabelecido pelas palavras dentro de um contexto linguístico.
Para melhor entender, analise estas orações:
Adoro doce de leite.
Aquela menina é um doce de pessoa.
Percebemos que na segunda oração, a palavra doce não é entendida no seu sentido literal, como na primeira. O adjetivo tem o sentido de uma pessoa meiga, amável, carismática.
Especificamente falando sobre as preposições, é importante saber que elas fazem parte das dez classes gramaticais e que possuem a função de ligar termos dentro de uma oração.
Elas também estabelecem relações semânticas entre o termo regente (aquele que pede a preposição) e o termo regido (aquele que completa seu sentido). Por isso, veja uma relação em que há esta ocorrência:
Peguei o livro do professor com o compromisso de devolvê-lo amanhã - Valor semântico de posse.
As esculturas de cerâmica fizeram o maior sucesso durante a exposição - Matéria
Estudar com os amigos é muito mais proveitoso - Companhia
O conhecimento é a chave para o sucesso - Finalidade
Fiz o trabalho conforme você sugeriu - Conformidade
Falamos sobre Machado de Assis durante a apresentação do seminário - Assunto
O garoto se feriu com a faca - Instrumento
Aguardávamos com ansiedade o resultado do concurso - Modo
O cachorro morreu de uma epidemia desconhecida - Causa
A plateia protestou contra o alto preço da mensalidade - Oposição
O orientador estipulou um prazo de vinte dias para a entrega da tese de dissertação - Tempo
Conheci uns amigos de Fortaleza - Origem
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